Conheça os procedimentos para emissão da DHT e CAT para os Oceanógrafos

A Associação Brasileira de Oceanografia (AOCEANO), após a regulamentação da profissão de Oceanógrafo com a sanção da Lei 11.760, ocorrida em 31 de julho de 2008, passou a emitir a Declaração de Habilitação Técnica (DHT) aos profissionais graduados em Oceanografia ou Oceanologia, em todo o Brasil. O objetivo é comprovar a capacidade técnica do exercício profissional para as demandas burocráticas nos setores público e privado do Brasil. Agora, a AOCEANO também emitirá a Certidão de Acervo Técnico (CAT), a qual descreverá os serviços prestados pelo Oceanógrafo no Atestado de Habilitação Técnica emitido pelo contratante do serviço.

A DHT declara habilitação técnica para o profissional Oceanógrafo exercer a sua profissão. O sistema está acessível no site www.aoceano.org.br. A declaração tem sido amplamente aceita, e com sucesso, em todo o território nacional, resultado do esforço da AOCEANO com um forte trabalho de disseminação do documento.

Já a emissão da CAT, recentemente instituído como um procedimento padronizado, tem como propósito comprovar, junto com a DHT, a capacidade técnica do exercício profissional também para as demandas burocráticas nos setores público e privado do Brasil. Nela são registrados os serviços prestados pelos profissionais associados por meio de um documento comprobatório, o Atestado de Habilitação Técnica, emitido pelo contratante do serviço, ratificando que o serviço foi realizado e possibilitando aos profissionais o seu registro.

O sistema está acessível na página da AOCEANO na internet (www.aoceano.org.br). Para orientar os profissionais oceanógrafos e oceanólogos a solicitarem a emissão da DHT e da CAT, seguem abaixo os devidos procedimentos:


Para emissão de DHT - Declaração de Habilitação Técnica:

1) O profissional oceanógrafo/oceanólogo deverá ser associado na categoria Sócio Individual Efetivo, e estar adimplente com a AOCEANO durante o período contemplado pelo serviço;

2) Caso a emissão da DHT esteja vinculada a uma Empresa Executora, e não como profissional Liberal, a Empresa Executora deverá, no período contemplado pelo serviço, ser associada na categoria Sócio Coletivo Colaborador, e estar adimplente com a AOCEANO, sendo o profissional vinculado como responsável técnico;

3) O texto descritivo do serviço realizado deverá englobar a sua totalidade, contemplando o serviço para o qual se pleiteia a DHT, não devendo constar detalhamentos desnecessários, sendo que estes detalhamentos poderão constar no Atestado de Habilitação Técnica que deverá ser emitido pela empresa contratante e que comprova a execução do serviço, o qual poderá posteriormente ser acervado à DHT emitida na AOCEANO;

4) A quitação financeira da DHT deverá ser realizada no momento da solicitação da mesma, sendo que sua análise somente será iniciada após a confirmação do pagamento junto ao sistema;

5) O prazo para análise das DHT’s será de até 10 dias, a contar da data de confirmação do pagamento.

 

Para emissão da CAT – Certidão de Acervo Técnico:

1) O profissional deverá ser associado na categoria Sócio Individual Efetivo adimplente e possuir uma DHT emitida pela AOCEANO, à qual se pretende promover o Acervo Técnico;

2) Possuir um atestado emitido por pessoa física ou jurídica, que comprove o serviço realizado (em se tratando de pessoa jurídica, o atestado deverá ser em papel timbrado da contratante), devidamente assinado por seu representante legal e com firma reconhecida;

3) O Atestado de Habilitação Técnica deverá conter, no mínimo, o nome do profissional, o número de registro na AOCEANO (havendo empresa executora, constar no atestado como tal e também o seu número de registro na AOCEANO), o número da DHT, detalhamento do serviço realizado e o período contemplado pelo serviço, sendo que estas informações obrigatoriamente deverão ser coincidentes à DHT;

4) No momento da solicitação da CAT, o profissional deverá enviar à AOCEANO a DHT e o Atestado de Habilitação Técnica emitido pelo contratante;

5) Realizar o pagamento do requerimento da CAT para deflagrar o processo de análise do acervo da DHT solicitada;

6) Após análise e havendo deferimento, o profissional deverá enviar em meio físico o Atestado de Habilitação Técnica para que este seja acervado, e assim possa ser emitida a Certidão de Acervo Técnico – CAT solicitada;

7) O prazo para análise da Declaração de Acervo Técnico será de até 10 dias, contados a partir da confirmação do pagamento e envio dos documentos comprobatórios.

Informativo AOCEANO - 003/Junho/2015

Edição 003/Junho/2015

DESTAQUE

IBAMA se equivoca e impede a inclusão da profissão “Oceanógrafo” no Cadastro Técnico Federal
AOCEANO fará nova correspondência ao órgão ambiental e, em caso de nova negativa, ingressará com mandato de segurança para garantir direitos dos oceanógrafos.

Aparentemente, se depender do IBAMA, os oceanógrafos continuarão a emitir o Cadastro Técnico Federal (CTF) com a denominação “Geólogo” no documento. Em resposta ao ofício enviado pela AOCEANO, no qual a entidade solicita a nomenclatura “Oceanógrafos” na lista de profissões do CTF, o IBAMA negou a possibilidade de qualquer alteração. Agora, a AOCEANO encaminhará um novo ofício exigindo a adequação e, caso não seja atendida, entrará com um mandato de segurança exigindo a modificação.

Tudo começou em abril deste ano, com as mudanças ocorridas no sistema de emissão do CTF. Desde então, para ter sucesso na emissão do CTF, o oceanógrafo precisa conhecer o Cadastro Brasileiro de Ocupações (CBO), que contempla a profissão de Oceanógrafo. Entretanto, o novo sistema do IBAMA mostra apenas a profissão “Geólogo” (veja em http://goo.gl/eFxZwj). Por isso, ao fim do cadastro, o documento será emitido com código 2134/05 e “Geólogo” na ocupação (veja em http://goo.gl/pPeXnN).

Leia a reportagem completa e as orientações da AOCEANO aos oceanógrafos em http://goo.gl/FHJJ1C.


NOTÍCIAS

III Simpósio Estadual de Oceanografia (SESO) é realizado com sucesso no ES
Com o tema “Biodiversidade e Desenvolvimento: o Panorama Oceanográfico Capixaba”, foi realizado nos dias 19 e 20 de junho.

O III Simpósio Estadual de Oceanografia (SESO 2015). Considerado um sucesso por seus organizadores, o evento reuniu importantes segmentos econômicos e científicos do Brasil, com atuações ligadas aos ambientes costeiros e marinhos do Espírito Santo.

“A realização do SESO 2015 vem contribuir na consolidação de fóruns regionais e nos esforços de conservação e preservação de águas territoriais brasileiras, destacando a importância do profissional em Oceanografia neste processo”, disse Osvaldo Medina, presidente da Regional Espírito Santo da AOCEANO.

Evento em Florianópolis reunirá Empresas Juniores de Oceanografia
De 9 a 12 de outubro, a Tétis - Empresa Júnior de Oceanografia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), realizará o III Encontro Brasileiro de Empresas Juniores de Oceanografia em Florianópolis, Santa Catarina.


Apelidado como Oceano Júnior, o evento consiste em promover a integração entre as Empresas Juniores (EJs) de Oceanografia do Brasil, objetivando a troca de experiências e capacitação de seus membros em prol do desenvolvimento do empreendedorismo e das boas práticas empresariais na Oceanografia brasileira.

Atualmente, existem nove EJs de Oceanografia distribuídas em oito estados do Brasil (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia e Maranhão). Mais informações pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou pelos telefones (48) 8805-1936 e (48) 9624-8804

Inverno deverá ser mais frio na região Sul do Brasil
O inverno começou dia 21/6 e deve ser marcado mais uma vez pela influência do fenômeno El Niño. Isso significa que não a previsão é de mais frios na região Sul, mas com temperaturas acima da média em grande parte do País.


A chuva continuará escassa no geral, o que é normal para todo o País, ou pouco abaixo do usual para a época do ano. Somente a região Sul deve ter precipitações acima da média graças ao El Niño. A meteorologista da Somar, Cátia Valente, fala das chuvas no Sul do país durante o inverno.

“Vamos ter volumes de chuva acima da média e as temperaturas oscilando bastante. Teremos frio com a entrada das massas de ar polar, porém serão períodos de curta duração e alternados com períodos de temperaturas mais elevadas”.
O inverno deste ano termina no dia 23 de setembro, às 5h20.


AGENDA

PALESTRA: Introduction to continuous-wave Doppler LIDAR for wind resource measurement
O Programa de Pós-Graduação em Oceanografia da UFSC promove nesta sexta-feira, 26 de junho, às 14h, no auditório do Espaço Físico Integrado (EFI/UFSC), a palestra “Introduction to continuous-wave Doppler LIDAR for wind resource measurement” (“Introdução ao uso do LIDAR para a avaliação de recursos eólicos”) com o Dr. Mark Pitter (ZephIR Lidar Ltd, Escócia). A palestra será ministrada em inglês.

Informativo AOCEANO - 16 Junho de 2015

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Informativo AOCEANO - Junho 2015

DESTAQUE

Simpósio no Espírito Santo apresenta panorama da Oceanografia capixaba

Com o tema "Recursos e Desenvolvimento: o Panorama Oceanográfico Capixaba", evento será realizado nos dias 19 e 20 de junho, numa parceria entre Seção Regional da AOCEANO, Ecoceano Empresa Junior de Oceanografia e o Centro Acadêmico da UFES.

O conhecimento e a utilização racional dos recursos do mar e da zona costeira são fundamentais para que o país possa alcançar novos patamares de desenvolvimento, abrir novas oportunidades de exploração e de investimentos, ampliar ações de proteção dos ecossistemas e garantir a qualidade de vida da população. Por isso, o ordenamento e a gestão dos recursos e serviços da zona costeira e oceânica têm sido foco de diversos planos setoriais que atuam de maneira isolada ou integrada.

É sob este contexto que o III Simpósio Estadual de Oceanografia (SESO 2015) será realizado nos dias 19 e 20 deste mês, no Auditório do Centro de Ciências Humanas e Naturais da UFES. O objetivo é contribuir para a consolidação de fóruns regionais de discussão, atualização e divulgação da Oceanografia nos esforços de conservação e preservação de águas territoriais brasileiras.

Participe! Inscrições, programação e mais informações podem ser obtidas na fanpage:

 www.facebook.com/sesoceanografia ou no site www.sesoceanografia.blogspot.com.br.

NOTÍCIAS

Projeto Tamar comemora aumento da população de tartarugas marinhas

“Foi uma alegria grande quando a gente pegou a última estatística”, disse na segunda-feira (8/6) à Agência Brasil, o oceanógrafo Guy Marcovaldi.

O projeto Tamar, patrocinado pelo Programa Petrobras Socioambiental, está comemorando o aumento da população de cinco espécies de tartarugas marinhas ameaçadas de extinção, que vivem em águas do Brasil – Caretta caretta (tartaruga cabeçuda), Eretmochelys imbricata (tartaruga-de-pente), Chelonia mydas (tartaruga-verde), Lepidochelys olivacea (tartaruga-oliva) e Dermochelys coriacea (tartaruga-de-couro).

Nos últimos cinco anos, essas cinco espécies de tartarugas marinhas aumentaram em 86,7% seu contingente populacional. O grande destaque foi a tartaruga-oliva, encontrada no Estado de Sergipe e no extremo norte da Bahia. Essa é a menor espécie de tartaruga marinha que aparece na costa brasileira, com peso entre 50 e 60 quilos.

Diferentemente das outras quatro espécies verificadas no Brasil, a tartaruga-oliva atinge a maturidade entre 11 e 16 anos, enquanto as outras começam a se reproduzir entre 20 e 30 anos de idade. A tartaruga de maior peso (700 quilos) é a tartaruga-de-couro, com população restrita ao Estado do Espírito Santo.

Nos primeiros 15 anos de vida do Projeto Tamar, que completa 35 anos em 2015, o fundador Guy Marcovaldi relatou que foi sendo ampliado o esforço dos oceanógrafos e biólogos nas praias e multiplicada a ação geográfica. “Nós fomos conquistando novas praias para salvar mais tartarugas”. Nos 15 anos seguintes, houve maior conscientização ambiental, acompanhada de melhores técnicas para salvar e ampliar o número de nascimentos de tartarugas.

Em média, a população de tartarugas vinha aumentando em torno de 1 milhão de animais a cada cinco anos. “E nos últimos cinco anos, dobrou o número de filhotes e de fêmeas desovando, porque aquelas crianças que a gente viu nascer durante todos esses anos se transformaram em adultos e começaram a se reproduzir. Então, aconteceu o que a gente chama em biologia de bloom [proliferação ou explosão]“. Com a última estatística, essa tendência se consolidou.

Nos primeiros cinco anos do projeto, a população de filhotes somava 83 mil tartarugas. No segundo quinquênio, já eram 764 mil, evoluindo no terceiro quinquênio para 1,6 milhão. Entre 1995 e 1999, o número alcançava 2,1 milhões, subindo para 3,1 milhões entre 2000 e 2004, e atingindo 4,5 milhões entre 2005 e 2009. No período recente de 2010 a 2014, “deu um pulo para 8,4 milhões”, disse o coordenador. Isso ocorreu, segundo ele, porque as praias brasileiras começaram a ser repovoadas pelas tartarugas jovens e com muita capacidade de reprodução.

Embora a nova geração de tartarugas marinhas seja um sinal de recuperação das espécies que incidem no Brasil, Marcovaldi salientou que “elas saíram da UTI, mas ainda não tiveram alta. Já não estão para morrer”, fazendo comparação com o ser humano. Isso significa que a curva descendente observada até o final da década de 1980 começou a se reverter e mostrar tendência ascendente, “se afastando da extinção”. Nos últimos cinco anos, essa curva “deu uma guinada para cima. Mas ainda não chegou a números que permitam a gente dizer que elas estão livres da ameaça de extinção”.

A população adulta de tartarugas fêmeas no Brasil soma em torno de 20 mil. Guy Marcovaldi estimou que para afastar por completo o risco de extinção, serão necessários “pelo menos” mais 35 anos de trabalho. Sediado na Bahia, o Projeto Tamar se estende pelos estados de Sergipe, Pernambuco, do Rio Grande do Norte, Ceará, Espírito Santo, Rio de Janeiro, de São Paulo e Santa Catarina.

O coordenador aguarda a próxima estatística, que será divulgada em dois ou três meses, e indicará a reprodução ocorrida no último ano. A tendência, entretanto, só estará visível nos próximos cinco anos, concluiu. (Fonte: Agência Brasil)

Manter os oceanos “em forma”, um dos desafios da conferência sobre o clima

“O oceano capta 90% do calor oriundo o efeito estufa e um quarto das emissões de CO2", ressaltou a pesquisadora Françoise Gail, conselheira científica da Unesco.

O papel dos oceanos e sua “boa forma” devem ser mais considerados nas negociações do clima em dezembro, em Paris – é o que estima a Plataforma do Oceano e Clima da Unesco, que lançou um apelo nesse sentido na última semana.

“Nós estamos lançando um apelo na forma de uma petição em três línguas (francês, inglês e espanhol) que será entregue aos estados participantes das negociações sobre o clima”, explicou Romain Troublé, secretário-geral da Tara Expeditions, membro da plataforma criada há um ano pelo órgão das Nações Unidas, que reúne ONGs, institutos de pesquisa e atores do meio marítimo.

O apelo pede um acordo ambicioso em Paris, lembrando que “silenciosamente, o oceano sobre com as mudanças climáticas” que se traduzem pelo aumento das temperaturas, a alteração das correntes e a acidificação que impactam diretamente os ecossistemas marinhos.

Os impactos colocam em perigo o papel dos oceanos de grandes reguladores do clima, produtor de oxigênio e contribuinte para a segurança alimentar mundial, explicou durante coletiva de imprensa na Unesco a bióloga Sandra Bessudo, encarregada dos oceanos no governo colombiano.

“O oceano capta 90% do calor oriundo o efeito estufa e um quarto das emissões de CO2″, ressaltou a pesquisadora Françoise Gail, conselheira científica da plataforma.

Philippe Valette, oceanógrafo, insistiu na necessidade de “guardar um oceano na melhor saúde possível a fim de oferecer um futuro palpável”. “Nós esperamos decisões importantes neste sentido durante a COP21″, a conferência da ONU sobre o clima em Paris, prevista para o final deste ano.

Além de um acordo suficientemente ambicioso para limitar o aquecimento do planeta, os membros da plataforma querem que a capacidade de armazenagem de carbono pelos oceanos seja mantida por meio de um reforço das áreas de proteção marinhas. (Fonte: Terra)

Proteger os oceanos, negócio rentável que pode render US$ 900 bi, diz WWF

“Cada dólar investido para criar áreas marinhas protegidas permite lucros três vezes superiores, através da criação de postos de trabalho diretos, proteção costeira e da pesca”, disse o Fundo Mundial para a Natureza em comunicado.

A expansão de áreas marinhas protegidas é rentável e pode gerar até 920 bilhões de dólares em lucros até 2050 e criar 180 mil empregos, de acordo com um estudo publicado pela WWF, organização global para a proteção da natureza.

O relatório foi divulgado durante a Cúpula Mundial dos Oceanos, realizada em Cascais e organizada pela revista especializada em economia The Economist e pela National Geographic, com base em pesquisas da Universidade Livre de Amsterdã.

O documento prevê que os lucros líquidos iriam de 490 a 920 bilhões de dólares, de acordo com os cenários, e que 150.000 a 180.000 empregos poderiam ser criados até 2050.

Para conseguir essa tarefa, a WWF defende expandir as áreas marinhas completamente fechada à pesca para 10% da superfície do oceano até 2020 e 30% em 2030, contra menos de 4% hoje, de acordo com o estudo.

As áreas protegidas “são conhecidas por atrair e apoiar o turismo litorâneo”, que “incentiva o emprego e o comércio”, diz o documento.

Nenhum oceano do planeta é completamente intocado pela atividade humana, e 41% das superfícies oceânicas são “fortemente afetadas”, afirma o WWF, que aposta nas principais reuniões internacionais programadas até o final de ano para fazer valer seus argumentos. (Fonte: Terra)

PEIXE MIÚDO

Vagas na UFC, em Fortaleza-CE

Estão abertas, de 15 de junho a 14 de julho, as inscrições para concurso público para o cargo de professor da carreira do Magistério Superior, classe A, com denominação de Adjunto-A, para o Campus da UFC em Fortaleza. Está sendo ofertada uma vaga.

De acordo com o edital 118/2015, a oportunidade é para o setor de estudo "Oceanografia Biológica", do Instituto de Ciências do Mar - Labomar. Mais informações sobre o concurso estão disponíveis no edital 118/2015.

IBAMA se equivoca e impede a inclusão da profissão “Oceanógrafo” no Cadastro Técnico Federal

Aparentemente, se depender do IBAMA, os oceanógrafos continuarão a emitir o Cadastro Técnico Federal (CTF) com a denominação “Geólogo” no documento. Em resposta ao ofício enviado pela AOCEANO, no qual a entidade solicita a nomenclatura “Oceanógrafos” na lista de profissões do CTF sob o número 2134/40, que é como estes profissionais são identificados na família de profissões do Cadastro Brasileiro de Ocupações (CBO), o IBAMA negou a possibilidade de qualquer alteração em favor dos oceanógrafos, em documento assinado pelo diretor substituto da Diretoria de Qualidade Ambiental (DIQUA), Marcio Rosa Rodrigues de Freitas. Agora, a AOCEANO encaminhará um novo ofício exigindo a adequação necessária e, caso não seja atendida, entrará com um mandato de segurança exigindo a modificação.

Tudo começou em abril deste ano, com as mudanças ocorridas no sistema de emissão do CTF. Desde então, para ter sucesso na emissão do CTF, o oceanógrafo precisa conhecer o Cadastro Brasileiro de Ocupações (CBO) e saber que sua profissão integra a família de profissões da qual fazem parte os “Geólogos, Geofísicos e Afins”, assim discriminados sob o código 2134: “Geólogos, Oceanógrafos, Geofísicos e Afins”.

É importante ressaltar que o CBO contempla a profissão de Oceanógrafo, entretanto, o novo sistema do IBAMA, no campo “Ocupação”, mostra apenas a profissão “Geólogo” (veja em http://goo.gl/eFxZwj), quando deveria aparecer “Geólogos, Oceanógrafos, Geofísicos e Afins”. Clicando ali, aí sim os oceanógrafos têm acesso aos serviços e outros dados de sua competência na área de Oceanografia. Mas, ao fim do cadastro, o documento será emitido com código 2134/05 e “Geólogo” na descriminação da ocupação (veja em http://goo.gl/pPeXnN). A terminação “/05” identifica Geólogos e Geofísicos entre as profissões do código 2134.

Como tomou como base o CBO - Cadastro Brasileiro de Ocupações, é preciso que o novo sistema do IBAMA discrimine integralmente “Geólogos, Oceanógrafos, Geofísicos e Afins” na lista de ocupações, e inclua no sistema o numeral 2134/40, que identifica os oceanógrafos dentro do código 2134.

Isso não acontecia no sistema anterior porque a ocupação era apenas citada pelo solicitante do CTF, sem interferência na prestação de serviço.

A AOCEANO ressalta que, até que se resolva esta situação, os oceanógrafos devem se cadastrar através do código de Geólogo para garantir o seu CTF. Qualquer outro problema identificado no novo sistema deve ser comunicado imediatamente à AOCEANO, para que a associação tome as devidas providências.

Mais informações podem ser obtidas na Secretaria Nacional da AOCEANO, telefone (47) 3367-2202 ou e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .

Informativo AOCEANO - Junho 2015

AOCEANO cobra IBAMA sobre Cadastro Técnico Federal

As mudanças ocorridas em abril no sistema de emissão do Cadastro Técnico Federal (CTF) do IBAMA estão causando problemas para os oceanógrafos, que não encontram sua profissão na lista apresentada no formulário de solicitação do cadastro.


As mudanças ocorridas em abril no sistema de emissão do Cadastro Técnico Federal (CTF) do IBAMA estão causando problemas para os oceanógrafos, que não encontram sua profissão na lista apresentada no formulário de solicitação do cadastro. Para ter sucesso no cadastro, o oceanógrafo precisa conhecer o Cadastro Brasileiro de Ocupações (CBO) e saber que os oceanógrafos integram a família de profissões da qual fazem parte os Geólogos, Geofísicos e Afins, assim discriminados sob o código 2134: "Geólogos, Oceanógrafos, Geofísicos e Afins".

Isso porque, no novo sistema de emissão do CTF, no campo "Ocupação" aparece apenas a profissão "Geólogo" (Figura 1) . Clicando ali, aí sim os oceanógrafos têm acesso aos serviços e outros dados de sua competência. Mas, ao fim do cadastro, o documento será emitido com código 2134/05 e "Geólogo" na descriminação da ocupação (figura 2). O "/05" identifica Geólogos e Geofísicos entre as profissões do código 2134.

Como tomou como base o CBO - Cadastro Brasileiro de Ocupações, é preciso que o novo sistema do IBAMA discrimine integralmente "Geólogos, Oceanógrafos, Geofísicos e Afins" na lista de ocupações, e inclua no sistema o numeral 2134/40, que identifica os oceanógrafos dentro do código 2134.

 

Figura 1


Figura 2

Isso não acontecia antes porque a ocupação era apenas citada pelo solicitante do CTF, sem interferência na prestação de serviço.

A AOCEANO já está buscando solucionar o problema. Emitiu um ofício ao IBAMA no dia 13 de maio, solicitando a inclusão dos oceanógrafos no formulário de emissão do CTF. A expectativa é de que até julho o órgão ambiental atenda a solicitação. Até lá, os oceanógrafos devem se cadastrar como Geólogos para garantir o CTF. Qualquer outro problema identificado no novo sistema deve ser comunicado imediatamente à AOCEANO, para que a associação tome as devidas providências.

Mais informações podem ser obtidas na secretaria nacional da AOCEANO, telefone (47) 3367-2202 ou e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .

Dia Nacional dos Oceanógrafos

Nesta segunda-feira, 8 de junho, comemora-se o Dia Nacional dos Oceanógrafos.


Nesta segunda-feira, 8 de junho, comemora-se o Dia Nacional dos Oceanógrafos. A data homenageia uma categoria com atuação em franca expansão nas áreas de pesquisa, ensino e de tecnologia no Brasil e também na prestação de serviços voltados para os setores de óleo e gás, portuário, construção naval, entre tantos outros.

A data também celebra o Dia Mundial dos Oceanos, muito lembrado pelos profissionais que participaram do processo de escolha do Dia Nacional dos Oceanógrafos, feito em 2005, pela AOCEANO.

Naquele ano, os oceanógrafos lutavam no campo político pelo reconhecimento formal de uma profissão, a qual, de fato, já era reconhecida pelo mercado de trabalho. O projeto de lei 3491/93 só se transformou na Lei 11.760 em 31 de julho de 2008. Uma luta que durou mais 30 anos, desde a graduação da primeira turma do primeiro curso de Oceanografia do Brasil, instalado em 1971, na Fundação Universidade do Rio Grande (FURG).

Hoje a Oceanografia é oferecida em 13 universidades de 11 estados de quatro das cinco regiões do país, formando centenas de novos profissionais semestralmente, capacitados para um mercado em franca expansão no Brasil e no exterior.

"Esta foi a proposta da criação do Dia Nacional dos Oceanógrafos: fortalecer a identidade de uma profissão que há anos merecia o devido reconhecimento de uma competência que vai além da atuação nos oceanos, mas também em ambientes terrestres, e na gestão de organizações privadas e instituições públicas de atuação na área ambiental", comenta João Thadeu de Menezes, Presidente da AOCEANO.