CIENTISTAS AVALIAM VIDA MARINHA EM ABROLHOS APÓS AVANÇO DA LAMA DE MARIANA


Expedição do ICMBio coleta amostra de água e animais marinhos para analisar impacto da lama do rio Doce em áreas de conservação.


Mais uma etapa da expedição científica coordenada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) foi concluída no no dia 30 de janeiro. A bordo do navio de pesquisa “Soloncy Moura”, a expedição saiu de Vitória (ES), no dia 26, passou pela foz do rio Doce e esteve no Parque Nacional Marinho de Abrolhos (BA), unidade de conservação federal administrada pelo ICMBio.


Durante dez dias, os pesquisadores percorrem o litoral (do sul do Espírito Santo ao sul da Bahia), além de visitar outras unidades de conservação da região: Reserva Biológica de Comboios, Área de Proteção Ambiental Costa das Algas, Reserva de Vida Selvagem de Santa Cruz, Reserva Extrativista Cassurubá e a Área de Proteção Ambiental Ponta da Baleia.


“Estamos coletando amostras de água, sedimentos, peixes, crustáceos, invertebrados e micro-organismos para analisar as condições da água e da vida marinha na região, especialmente nas áreas próximas à foz do rio Doce e Abrolhos”, explica o analista Nilamon de Oliveira Leite Júnior, que coordena a expedição formada por biólogos e oceanógrafos do ICMBio (Cepsul e Tamar), da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e da Universidade Federal do Rio Grande (FURG).


“Vamos fazer um diagnóstico completo da biodiversidade, avaliar se a lama de Mariana está na região e se houve impactos negativos”, explica Nilamon. A barragem de rejeitos da mineradora Samarco (em Mariana, MG) rompeu em novembro passado, causando o maior acidente ambiental da história do país. A lama atingiu primeiro o rio Doce e depois chegou ao oceano onde continua causando danos.


Após o término das análises, os pesquisadores vão elaborar um relatório da expedição. “As conclusões vão subsidiar futuros programas de monitoramento na região afetada, e orientar medidas mitigadoras dos impactos que forem identificados”, afirma a coordenadora do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade Marinha do Sudeste e Sul (Cepsul/ICMBio), Roberta Aguiar dos Santos.r bem abaixo dos R$ 14 bilhões previstos de prejuízos com danos ambientais.


LEIA A REPORTAGEM COMPLETA AQUI.

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